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Psicólogo Marcelo Prahas 

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Psicoterapia . Meditação . Psicologia do Esporte

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Psicologia Clínica

Sessões e Terapia para ansiedade, medos, angústia, depressão, luto, solidão, isolamento,  relacionamento, família, conflitos, momentos difíceis, crises, sexualidade. Atendimento facilitado durante a crise do Covid-19.

Psicologia do Esporte

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Psiquê, vida e morte e as três fases da vida.

A vida tem três fases: Crescer, Viver, Morrer. Há alguns anos, essas três fases se distribuíam mais ou menos entre os...

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Jogos Olímpicos: O importante é vencer.

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Para Vencer e Ser: Psicologia do Esporte.

Psicólogo do Esporte: As duas  tarefas essenciais.  - Ao vencedor, as batatas... os milhões... ele mesmo?   O...

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Voluntário Coronavírus – psicólogo online.

O Tempo

Uma cerimônia sagrada da civilização ocidental foi adiada para o ano: Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, agora são os de Tóquio 2021.

Mais sedutor que jogar no Barcelona!

Mais sedutor que jogar no Barcelona! Aspectos psicológicos da comunicação de massa. Psicólogo Marcelo Prahas, Psicoterapia e Esporte.

As Duas Asas da Psicologia do Esporte

Psicólogo do Esporte: As duas  tarefas essenciais.

 – Ao vencedor, as batatas… os milhões… ele mesmo?

 

O psicólogo do esporte, ou a psicologia esportiva,  vem hoje cumprir 2 funções muito importantes: a da integração psíquica da pessoa e a da maximização da performance.

O que significa, ser campeão mas não abdicar de si mesmo, da pessoa que se é. Em outras palavras ainda: chegar ao topo levando consigo você mesmo.

A Psicologia do Esporte como Fator Decisivo

Os métodos de treinamento, as tecnologias e o cabedal de conhecimento produzido pelas ciências do esporte disseminam-se pelo mundo, e as condicões objetivas, materiais ente os competidores/atletas torna-se muito semelhante.

E o diferencial, o fator decisivo nas grandes vitórias esportivas tem residido na prepraração mental e emocional das equipes e atletas: no trabalho do psicólogo esportivo.

A maximização das performaces, a superação, o ir além do imaginável, o ultrapassar barreiras e situações extremas é a função mais destacada da psicologia aplicada ao esporte: formar gigantes, semi-deuses, homens com nervos de aço (pelo menos na hora da prova, do jogo, da luta…).

Com certeza, “quem está na chuva tem que se molhar”, e a psicologia do esporte trabalha para que o atleta suporte um nível de stress, tensão, e mesmo de violência bem acima do normal.

Contudo, em primeiro lugar vem a pessoa! Em primeiro lugar está o ser humano.

E como fechar essa conta, essa equação?

Pessoa X Performance Esportiva

De um lado, resultados esportivos, e de outro: a pessoa humana inteira, consciente, madura.

E, de fato, a um primeiro olhar,  parece ser uma situação contraditória e inconciliável: ou se tem um super-atleta e um ser humano sem seu pleno desenvolvimento, ou se tem um atleta de fim de semana para se preservar a inteireza da pessoa.

Mas, recorrendo a Carl Gustav Jung (psiquiatra suiço, importante discípulo e discidente de S. Freud), recorrendo a seu conceito de individuação é possível fechar a conta.

Individuar-se é descobrir quem você é de verdade.

Por exemplo: Você é um vencedor ou um perdedor? Você é um nadador ou um corredor? Um jogador de vôlei ou de basquete? Um tenista ou um futebolista? Um intelectual, um artista, um esportista, ou tudo isso junto? E quanto bom você é? Isso se você conseguir ser bom mesmo em algo… Será que você serve para alguma coisa?…

E, por alguma razão,  a descoberta de si mesmo, dá-se melhor “tirando a prova”: ao enfrentar-se desafios, colocando à prova nossos potenciais em duelos, em embates, em competições, em situações de incerteza, é quando geramos nossas certezas em  respostas afirmativas ou negativas.

Quando descobrimos, via confronto com a realidade, o que somos e o que não somos.

O Teatro Reforça a Importância dos Desafios

A individuação é retratada na  peça teatral “Peer Gynt”, de Ibsen, na qual o personagem principal, um jovem, sai pelo mundo provando uma série de situações, desafios, a fim de se encontrar, de se descobrir, da saber quem ele realmente é.

E, semelhante ao teatro, do ponto de vista psicológico o esporte é um jogo que imita a vida, uma representação,  um jogo de vida… portanto, atletas: lancem seus dados!

Dessa forma, alguns chegarão ao topo – bem poucos… mas o que vale é o desafio da viagem, a tentativa da atingir-se a muitas vezes improvável vitória.

Pois trata-se do  processo de individuação,  que sob esse nome bonito dado pelo psiquiatra suíço, nada mais é do que a desesperada busca humana de um sentido  para a vida.

Assim, as provas, desafios, obstáculos, que sempre exigem totalidade, profundidade, comprometimento, requeridos para o amadurecimento psicológico,  são dados em profusão pelo esporte.

Que configura, afinal,  uma oportunidade de ouro para o crescimento humano.

Psicologia e Esporte: Tuda a ver!

A caminhada para si mesmo(a), que leva a gente para mais além das coisas que são corriqueiras e familiares, bem mais além da famosa “zona de conforto”, pode ser proporcionada pelo esporte.

Portanto, psicologia e esporte, com certeza tem tudo a ver entre si.

Tanto para maximizar performances, quanto para poder lidar com os desafios internos que o esporte produz – com seu alto grau de exigência física, social e psíquica – como para lidar, sobretudo, com o processo de individuação, de crescimento psicológico dos atletas-pessoas – que quase sempre são processos com algum grau de sofrimento ou dor psíquica.

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