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Psicólogo do Esporte para Atletas Profissionais.

 

Marcelo Prahas, Psicólogo Esportivo e Clínico, graduado na USP. Psicoterapia para adultos, casais, adolescentes e crianças.

 

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Comentários:

Excelente trabalho de um grande ser humano. (Luciana, Empresária/LIsboa)

Excelente profissional, atendioso e bem qualifiado. (G. Santos, CEO/Londres)

Excelente profissional, ambiente de tabalho agradabilíssimo; recomendo para psicoterapia, meditação e esporte. (C. Ramona, Psicoterapeuta/São Paulo.

 

 

 

Psicólogo do esporte, para que mesmo…?

Ao vencedor, as batatas… os milhões… ou ele mesmo?

O psicólogo do esporte, ou a psicologia esportiva se preferirem,  vem hoje cumprir 2 funções muito importantes: a da integração psíquica da pessoa e a da maximização da performance.

Os métodos de treinamento, as tecnologias e o cabedal de conhecimento produzido pelas ciências do esporte disseminam-se pelo mundo, e as condicões objetivas, materiais ente os competidores/atletas torna-se muito semelhante.

E o diferencial, o fator decisivo nas grandes vitórias esportivas tem residido na prepraração mental e emocional das equipes e atletas: no trabalho do psicólogo esportivo.

A maximização das performaces, a superação, o ir além do imaginável, o ultrapassar barreiras e situações extremas é a função mais destacada da psicologia aplicada ao esporte: formar gigantes, semi-deuses, homens com nervos de aço (pelo menos na hora da prova, do jogo, da luta…).

Com certeza, “quem está na chuva tem que se molhar”, e a psicologia do esporte trabalha para que o atleta suporte um nível de stress, tensão, e mesmo de violência bem acima do normal.

Contudo, em primeiro lugar vem a pessoa! Em primeiro lugar está o ser humano.

E como fechar essa conta, essa equação?

Fico com Jung para a explicação…

Individuação é a palavra chave!

Individuar-se é descobrir quem você é de verdade.

Por exemplo: Você é um vencedor, ou um perdedor? Você é um nadador, ou um corredor? Um jogador de vôlei ou de basquete? Um tenista ou um futebolista? Um intelectual, um artista, um esportista, ou tudo isso junto? E quanto bom você é? Isso se você conseguir ser bom mesmo em algo… Será que você serve para alguma coisa?…

A individuação é retratada na  peça teatral “Peer Gynt”, de Ibsen, na qual o personagem principal, um jovem, sai pelo mundo provando uma série de situações, desafios, a fim de se encontrar, de se descobrir, da saber quem realmente ele é.

Do ponto de vista psicológico o esporte é um jogo, um jogo de vida: lancem seus dados! Alguns chegarão ao topo, bem poucos… mas o que vale é o prazer da viagem, do trajeto, não custa tentar.

Além do que, o processo de individuação é a busca incessante do sentido da vida pelo ser humano desde tempos imemoriais.

E aquele(a)s pessoas que têm algum talento para o esporte, podem se benificiar dessa atividade maravilhosa que é o esporte em seus caminhos de “individuação”. Provas, desafios, obstáculos, que sempre exigem totalidade, profundidade, comprometimento – o esporte pode ser uma super benção! Oportunidade de ouro, sob o ponto de vista de crescimento psicológico.

O esporte mexe fundo com os sentimentos dos atletas, justamente por esse fator psicológico profundo que Jung descreve: individuação! A caminhada para si mesmo(a). Mais além dos pais, da família, da famosa “zona de conforto”.

Psicologia e Esporte: tudo a ver. Tanto para maximizar performances, quanto para poder lidar com os desafios internos que o esporte produz, com seu alto grau de exigência física, social e psíquica.

 

 

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