11 999152290 (CRP-6/86344) Terapia e Psicologia do Esporte psico.esporte10@gmail.com

Psicólogo Marcelo Prahas

 Terapia para você, filhos, casal, família. Atendimentos a adultos, crianças e adolescentes.

 Psicologia do Esporte, psicólogo Marcelo Moreira Palma, para atletas profissionais e em formação, e outros atores da atividade esportiva.

 

Psicologo Marcelo Prahas é um ex-atleta olímpico, formado em psicologia na Universidade de São Paulo, titular de um Osho Info Centro de Meditação, e que atua como psicoterapeuta e psicólogo do esporte em SP/SP.

“Anos de terapia em algumas semanas.”  M Caillot – Designer – São Paulo.

“Excelente profissional, recomendo para terapia e para psicologia do esporte.”  Gabriel S, CEO  – Londres.

“Excelente trabalho de um grande ser humano.”  Luciana T, empresária – Lisboa.
Horário de Atendimento (Ligue agora: 999152290)

Segunda a Sexta:

– à noite, das 19 às 24 h;

– pela manhã,  às 10 h;

 

Sábados:

– a  agendar.

 

 

 

Psiquê & Sport, (um texto apenas.)

Psiquê e Sport são duas palavras presentes em quase todas as línguas do mundo.

Psiquê ou Psique tem origem no grego clássico, e é uma divindade que representa a personificação da alma.

Da mesma forma, a palavra Esporte tem raízes bem antigas.

Portare, do Latin, carregar algo; e portheus, do Grego, tomar algo, por extensão disputar, são as origens remotas da palavra Esporte.

Contudo, foi com o uso pelos franceses da palavra deportarse, que o significado de lazer e entretenimento surgiu.

E a popularização da palavra com esse significado foi dada pelos ingleses: Sport.

A psicologia estuda os ser humano de forma ampla. Procura conhecer a alma humana.

A alma, o sentir, o pensar dos seres humanos é o campo de trabalho da psicologia.

E quando aplicada ao auto-conhecimento, direcionada a uma vida mais plena, é o campo da  psicoterapia.

O esporte é uma atividade humana intensa e complexa. Sobretudo, porque corpo e mente estão intrinsicamente envolvidos.

A carga emocional na prática esportiva profissional é imensa. Potencializada pela pressão de poucos anos de juventude disponíveis para o sucesso, e pela dureza da competição.

Nada mais natural que surgisse a psicologia do esporte, ou a psicologia esportiva, para criar ferramentas que auxiliassem  a desatar nós, no  campo emocional denso que o esporte gera.

Existem algumas técnicas dentro da psicologia, como formas de respirar, ou exercícios mentais que se assemelham a truques, dicas para lidar com o stress do esporte.

Mas não é disso, apenas,  que se trata o trabalho da psicologia esportiva.

Em terapia e psicologia do esporte, ou em qualquer outra área da psicologia, o trabalho busca ir além de técnicas pontuais, superficiais, e chegar às raízes das questões afetivas, emocionais.

Afinal, a Psiquê é a deusa da alma, e não das metas e da eficiência.

Dessa forma, no trabalho psicológico em psicologia do esporte, apesar de buscar-se o melhor desempenho do atleta, o esporte é instrumento para crescimento do ser, antes de mais nada.

Claramente, algumas ferramentas potentes podem ser utilizadas para colaborar para um atleta mais concentrado, mais confiante e mais forte mental e emocionalmente.

Contudo, nada substitui o trabalho psicológico que lançe mão de ferramentas terapêuticas que alcançem o ser, com reflexos e efeitos sobre a totalidade da pessoa.

O psicólogo do esporte, apesar de ter um papel importante na psicologia motivacional, ocupa-se, sobretudo, com o ser humano em sua profundidade.

A psicologia do esporte trabalha com todas as possibilidades para que se alcancem as  mais altas performances.

E  cultivar a consciência e  humanidade do ser gera resultados sólidos e duradouros na pessoa do atleta, fundamentais para performances sustentáveis no tempo.

Trazer a psicologia para o esporte, é trazer a psiquê (a alma) para ele, e não apenas técnicas, racionalidade.

Por essa razão, elementos de terapia são bem-vindos no atendimento psicológico em  psicologia esportiva.

Mesmo por que,  a palavra terapia, em suas raízes grega e hebraica, significa ‘atender’ alguém. Por isso, todo atendimento tem um pouco de terapia.

Portanto, terapia e psicologia do esporte, têm em comum a atuação de um profissional que busca restabelecer, sanar questões/problemas. sentimentos, curar  em sentido amplo alguma situação.

Mesmo que saudáveis de forma geral, surgem situações em nossas vidas que demandam cuidados.

Que é quando buscamos ajuda de profissionais que nos trabalhem  para restabelecer o equilibrio. Que nos atendam, que tragam elementos terapêuticos, medicinais, de cura a nossas questões.

Assim, na raiz, atendimentos em psicologia esportiva tem sempre alguns elementos terapêuticos.

 

A terapia em si mesma

A terapia, ou a psicoterapia, é o processo de auto-conhecimento puro, sem metas de perfomance ou resultados na vida do cliente.

É aquela mão amiga, que com olhos e ouvidos atentos,  busca atravessar com a pessoa momentos difíceis da vida.

Sabidamente, todos nós temos coisas a obervar em nós mesmos, e dificuldades a atravessar: na profissão, no casamento, na família, na sexualidade, no desenvolvimento,  nas mais diversas situações e áreas da vida.

E embora muitas pessoas se sintam expostas ao procurar um profissional da área da psicologia, ou ao iniciar um processo terapêutico, há um máxima entre terapeutas, psicólogos e psiquiatras, que vale lembrar:

Psicoterapia é algo para pessoas inteligentes. Inteligência que siginifica não genialidade profissional ou  habilidades mentais específicas acima a média.

Mas sim flexibilidade, abertura para conhecer o novo, capacidade de despojar-se, capacidade de reconhecer os próprios limites, de reconhecer as próprias vulnerabilidades. Uma certa humildade inteligente.

E terapia não é um processo imediato, como tomar um comprimido para dormir. Isso é camisa de força química. Ou seja, um paliativo, um remédio emergencial para tratar os sintomas, e não as causas.

A terapia apenas alcança efeitos duradouros, permanentes, quando realizada pouco a pouco, em trabalho paciencioso e constante, a partir da decisão e vontade da própria pessoa.

A terapia é um projeto de vida, ou ao menos “na vida”.  Um jardim pessoal interno, que se cultiva em seu tempo, em seu ritmo.

O psicólogo, o terapeuta podem ajudar, e ajudam imensamente no processo, mas o processo pertence a pessoa, ao cliente.

Por isso, na verdadeira terapia não existe “paciente”, como alguém que recebe um comprimido “tarja  preta” dado em uma situação em que a pessoa está fora de si.

Na terapia, contamos com a pessoa dentro de si, por mais caótica que seja a situação sempre há consciência na pessoa, e é dialogando com esse núcleo que acontece a terapia.

O cliente de terapia não é um paciente, é uma pessoa ativa (não passiva!),  mesmo que em momentos críticos a pessoa não consiga mobilizar todo seu potencial interno, em terapia lidamos com a pessoa dentro de si, com o que ela pode dar de si em termos de consciência e ação a partir de si mesma.

O parágrafo anterior descreve algo sobre a psicologia humanista, que se define melhor quando falamos de empatia, que é a capacidade de olhar os outros a partir de uma sensibilidade mais profunda e afetiva, despojada da maioria dos julgamentos e preconceitos que carregamos conosco.

Assim, a terapia é um encontro de pessoas, genuíno, afetivo, autêntico, onde mesmo que se esteja prestando um serviço profissional, o valor está na dimensão humana que se possa conferir ao encontro.

 

Pós-jogo  ( Boas Idéias)

“Terapia é basicamente uma função do amor, e o amor somente flui quando não há ego. Você só pode ajudar ao outro na medida em que você não é egoísta…

…Terapia é uma função do amor, logo, com ego você não pode ajudar, você pode até mesmo destruir o outro. Em nome da ajuda você pode inclusive obstruir o seu crescimento…

…O amor relaxa o outro. O amor dá confiança ao outro. O amor banha o outro, cura as suas feridas”. – OSHO

 

Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.

 – Carl Gustav Jung

O sentimento que temos de unidade em relação à nossa mãe, é o mesmo sentimento de unidade que temos em relação à natureza.

– W. Reich

Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.

– Sigmund Freud

 

 

 

× WhatsApp