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Psicólogo Marcelo Prahas 

Sessões Presenciais e Online

Psicoterapia  &  Psicologia do Esporte

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Excelente profissional, ambiente de trabalho agradabilíssimo; recomendo para psicoterapia, meditação e esporte.

Gabriel, CEO, Lisboa.

Excelente trabalho de um grande ser humano.

Luciana, Empresária, Lisboa.

Psicologia Clínica: adultos, casais, adolescentes e crianças

Sessões e Terapia para ansiedade, medos, angústia, depressão, luto, solidão, isolamento,  relacionamento, família, conflitos, momentos difíceis, crises, trabalho, sexualidade.

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Psicólogo do Esporte

Atendimento para atletas profissionais ou em formação.

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O psicólogo Marcelo Prahas foi atleta olímpico em dois Jogos Olímpicos: Seul 1988 e Barcelona 1992.

Psiquê, vida e morte e as três fases da vida.

A vida tem três fases: Crescer, Viver, Morrer. Há alguns anos, essas três fases se distribuíam mais ou menos entre os...

Treinamento Mental

Treinamento mental é uma importante ferramenta utilizada de modo espontâneo pelos grandes atletas, em prol de suas melhores performances.

A melhor psicoterapia pede tempo!

Psicoterapia constante e prolongada: traz os melhores resultados! (Vá para pág. inicial.) Psicoterapia é um trabalho...

Jogos Olímpicos: O importante é vencer.

Psicologia do Esporte Marcelo Prahas, recordista sul americano Marcelo Moreira Palma. Psicoterapia, Meditação e Psicologia Esportiva Psicólogo Marcelo Prahas. SP/SP/Brasil.

Para Vencer e Ser: Psicologia do Esporte.

Psicólogo do Esporte: As duas  tarefas essenciais.  - Ao vencedor, as batatas... os milhões... ele mesmo?   O...

Angústia

Angústia de Domingo Era um dia de domingo comum, todas as pessoas estavam correndo de um lado para o outro...

O tempo do psicólogo

Uma cerimônia sagrada da civilização ocidental foi adiada para o ano: Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, agora são os de Tóquio 2021.

As Duas Asas da Psicologia do Esporte

Psicólogo do Esporte: As duas  tarefas essenciais.

 - Ao vencedor, as batatas... os milhões... ele mesmo?

 

O psicólogo do esporte, ou a psicologia esportiva,  vem hoje cumprir 2 funções muito importantes: a da integração psíquica da pessoa e a da maximização da performance.

O que significa, ser campeão mas não abdicar de si mesmo, da pessoa que se é. Em outras palavras ainda: chegar ao topo levando consigo você mesmo.

A Psicologia do Esporte como Fator Decisivo

Os métodos de treinamento, as tecnologias e o cabedal de conhecimento produzido pelas ciências do esporte disseminam-se pelo mundo, e as condicões objetivas, materiais ente os competidores/atletas torna-se muito semelhante.

E o diferencial, o fator decisivo nas grandes vitórias esportivas tem residido na prepraração mental e emocional das equipes e atletas: no trabalho do psicólogo esportivo.

A maximização das performaces, a superação, o ir além do imaginável, o ultrapassar barreiras e situações extremas é a função mais destacada da psicologia aplicada ao esporte: formar gigantes, semi-deuses, homens com nervos de aço (pelo menos na hora da prova, do jogo, da luta...).

Com certeza, "quem está na chuva tem que se molhar", e a psicologia do esporte trabalha para que o atleta suporte um nível de stress, tensão, e mesmo de violência bem acima do normal.

Contudo, em primeiro lugar vem a pessoa! Em primeiro lugar está o ser humano.

E como fechar essa conta, essa equação?

Pessoa X Performance Esportiva

De um lado, resultados esportivos, e de outro: a pessoa humana inteira, consciente, madura.

E, de fato, a um primeiro olhar,  parece ser uma situação contraditória e inconciliável: ou se tem um super-atleta e um ser humano sem seu pleno desenvolvimento, ou se tem um atleta de fim de semana para se preservar a inteireza da pessoa.

Mas, recorrendo a Carl Gustav Jung (psiquiatra suiço, importante discípulo e discidente de S. Freud), recorrendo a seu conceito de individuação é possível fechar a conta.

Individuar-se é descobrir quem você é de verdade.

Por exemplo: Você é um vencedor ou um perdedor? Você é um nadador ou um corredor? Um jogador de vôlei ou de basquete? Um tenista ou um futebolista? Um intelectual, um artista, um esportista, ou tudo isso junto? E quanto bom você é? Isso se você conseguir ser bom mesmo em algo... Será que você serve para alguma coisa?...

E, por alguma razão,  a descoberta de si mesmo, dá-se melhor "tirando a prova": ao enfrentar-se desafios, colocando à prova nossos potenciais em duelos, em embates, em competições, em situações de incerteza, é quando geramos nossas certezas em  respostas afirmativas ou negativas.

Quando descobrimos, via confronto com a realidade, o que somos e o que não somos.

O Teatro Reforça a Importância dos Desafios

A individuação é retratada na  peça teatral "Peer Gynt", de Ibsen, na qual o personagem principal, um jovem, sai pelo mundo provando uma série de situações, desafios, a fim de se encontrar, de se descobrir, da saber quem ele realmente é.

E, semelhante ao teatro, do ponto de vista psicológico o esporte é um jogo que imita a vida, uma representação,  um jogo de vida... portanto, atletas: lancem seus dados!

Dessa forma, alguns chegarão ao topo - bem poucos... mas o que vale é o desafio da viagem, a tentativa da atingir-se a muitas vezes improvável vitória.

Pois trata-se do  processo de individuação,  que sob esse nome bonito dado pelo psiquiatra suíço, nada mais é do que a desesperada busca humana de um sentido  para a vida.

Assim, as provas, desafios, obstáculos, que sempre exigem totalidade, profundidade, comprometimento, requeridos para o amadurecimento psicológico,  são dados em profusão pelo esporte.

Que configura, afinal,  uma oportunidade de ouro para o crescimento humano.

Psicologia e Esporte: Tuda a ver!

A caminhada para si mesmo(a), que leva a gente para mais além das coisas que são corriqueiras e familiares, bem mais além da famosa "zona de conforto", pode ser proporcionada pelo esporte.

Portanto, psicologia e esporte, com certeza tem tudo a ver entre si.

Tanto para maximizar performances, quanto para poder lidar com os desafios internos que o esporte produz - com seu alto grau de exigência física, social e psíquica - como para lidar, sobretudo, com o processo de individuação, de crescimento psicológico dos atletas-pessoas - que quase sempre são processos com algum grau de sofrimento ou dor psíquica.

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