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Angústia de Domingo

Era um dia de domingo comum, todas as pessoas estavam correndo de um lado para o outro freneticamente.
Eu sempre me perguntei, desde muito criança, qual seria a origem dessa palavra: domingo.
Encostei em meu triângulo e parti em disparada, como os domingos pedem.
E pensar que a possibilidade de utilização dos triângulos de indução para geração de energia já era conhecida desde há cerca de 120 mil anos.
Talvez a produção de energia que não tenha efeitos colaterais, seja igual a produção de grãos comestíveis: sempre os mesmos, com pequenos variações: arroz, trigo, sorgo, milho, cevada, centeio… apenas um reduzido número de espécie de plantas se presta para produção em larga escala sem envenenarem as pessoas… da mesma forma, energia boa, potável… somente a triangular.
Essa tecnologia da energia, milenar em nossa cultura, e que jamais cessa de ser aprimorada.
A cada dia conseguem com que seja mais efetiva.
Um triângulo como o que utilizo, no próximo reajuste de precisão e eficácia tecnológica, será 0,02 % por cento mais rápido e 0,01 por cento mais preciso. E o reajuste é efetuado a cada lua! O passo da exponencial é fora de qualquer parâmetro imaginável.

Essas jogadores de ciências tem a vida que todos gostariam de ter! Fazem o que gostam, divertem-se 18 horas por dia, e tornam a vida das pessoas a cada dia melhor. Quem não gostaria de ser popular e famoso como um deles…

Mas por mais que esse jogadores produzam avanços tecnológicos, os triângulos, o princípio que os regem, as fórmulas básicas, foram também encontradas nas três pirâmides de blocos de pedras nas estepes do rio mais extenso do planeta.

Os linguistas decifrando escritos antigos, do que remanesceu da cultura do povo que construiu essas pirâmides, encontraram as fórmulas matemáticas dos triângulos de força, os mesmos princípios que possibilitam  toda a produção de nossa energia: para locomoção, aquecimento, produção industrial, iluminação, absolutamente toda a energia que produzimos.
Os triângulos de força já faziam parte do cotidiano daquele povo, de nome ancestral, que remonta hoje há 120 mil anos, do lugar chamado Egito.

E muitas coisas seguem sem explicação no lapso de tempo entre essa cultura e a nossa. Um abismal vazio histórico de mais de 100 mil anos,  inconclusivos, obscuros…

O exemplo clássico, o corriqueiro como o vocábulo “domingo”, que nomeia o dia da semana dedicado ao trabalho – o único dia em que trabalhamos em nossos tempos atuais – não encontra explicação linguística alguma, totalmente isolado em seu som, letras e significado – não sabemos a raiz de seu significado!
Apenas o que se sabe que é um vocábulo anterior a qualquer registro linguístico conhecido. Não tendo sido encontrada nenhuma conexão com as escritas descobertas nas pirâmides, por exemplo, embora incessantemente buscada.
O estudiosos se dividem: “domingo” seria um vocábulo herdado dos povos precursores dos Egípcios? Ou, durante esses mais de 100 mil anos que separam nossa cultura tecnológica dos também tecnológicos egípcios, houve outras civilizações no planeta?

O que parece ser muito improvável. Houvera existido civilizações tecnologicamente avançadas, como a dos egípcios, suas marcas haveriam de se fazer notar. Alguma construções sólidas e duradouras como as pirâmides haveria de ter sido deixadas.

Há um “gap”, uma lacuna de cerca de 100 mil anos entre essas deterioradas construções de pedras – que hoje sabemos terem sido usinas de energia rudimentares, embora gigantes, no uso do princípio dos triângulos de força.
Mas há algo que intriga ainda muito mais a todos os estudioso de nosso tempo: a química de materiais e a tecnologia que foi utilizada na confecção dessas pirâmides.

Esses blocos de pedras não geológicas, que imitam blocos de granito gigantes, sofreram em suas camadas externas os efeitos naturais da erosão dos ventos, mas as camadas internas dessas pedras não geológicas, que são estruturais nas pirâmides, atravessaram incólumes 100 mil anos e chegaram até nós.

E esse conhecimento de química de materiais não conseguimos decifrar, com todo nosso desenvolvimento tecnológico.
Habitamos Marte, com nossas colônias, transformamos a Lua, nosso satélite, em um jardim, onde colhemos flores raras e nossas melhores hortaliças – modificamos com sucesso a genética de seres humanos, plantas e animais, e não conseguimos saber qual a estrutura química das rochas não geológicas de uma cultura que viveu há 120 mil anos.

É aceitável que não se consiga decifrar uma dada tecnologia. É frustrante para nosso ego civilizatório, mas podemos viver com isso.

Contudo, o que mais nos frustra como civilização, é nossa total ignorância sobre o “gap temporal” entre nosso “berço” egípcio e nós: 100 mil anos que são um grande “?” .
Manchas calcárias e arenosas com pigmentos ferrosos estão inexplicavelmente espalhados em áreas distintas e superficiais do planeta, bem como, as áreas com insolação própria, que emitem “raios de sol” quase imperceptíveis, que curam problemas de pele e articulatórios – são também enigmas insolúveis, sabidamente fenômenos não naturais mas insuficientes para indicar elo sólido com alguma civilização tecnológica que haja existido.
Dois fenômenos que intrigam os pesquisadores e cientistas, mas apenas resquícios tênues demais, que caminham muito pouco no tempo, dizendo nada palpável sobre o passado.

Assim toda vez que acordo e tenho que trabalhar, me defronto com a grande frustração de nossa civilização, materializada no breu que paira sobre a misteriosa e indecifrável palavra “domingo”, que dá nome ao dia mais importante da semana, neste mundo sapiente e feliz em que vivemos, e da qual sabemos absolutamente nada.

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