Um pouco sobre mim, do trabalho, da vida...

Psicoterapeuta, psicólogo graduado no IP/USP, ex-atleta olímpico. Trabalho com psicologia clínica, com inspiração humanista (Carl Rogers) –  utilizando  também técnicas de  bioenergética de limpeza emocional  e técnicas de meditação e relaxamento em apoio à psicoterapia – atendendo em consultório a pessoas de todas as idades. Dedico, ainda,  uma parte especial de meu trabalho ao atendimento de atletas de alto rendimento com a  Psicologia do Esporte, e facilito, periodicamente, grupos de meditação e grupos de terapia primal.

Hoje o mundo todo se abre a novas abordagens e técnicas.  Técnicas intuitivas como a meditação são incorporadas não apenas pela psicoterapia,  mas também pelos hospitais, centros psiquiátricos, empresas, clubes de futebol, entre outras organizações, devido aos resultados positivos inconteste que trazem. 

Acompanhando essa tendência mundial, atuando em Psicologia Clínica, tratando de  questões como ansiedade, depressão, desequilíbrios emocionais, lutos, problemas de identidade, síndrome do pânico, síndromes de esgotamentos, entre tantos outros temas da psicoterapia, utilizo aqui algumas técnicas de meditação, já bastante difundidas em diversos países, e  que potencializam os processos terapêuticos para muitas pessoas.

Como também, tomam-se em conta os dados médicos, os exames de laboratórios e todas as demais informações que a ciência traz por intermédio de sua ação multidisciplinar.  Até mesmo para verificar se é apropriado  encaminhar uma pessoa  a uma sessão de meditação ou a alguma outra técnica qualquer que seja.

Dois fatos que marcam a vida e que acabaram enriquecendo muito  o consultório de psicologia:

– O primeiro deles é a Meditação.  Após muitos anos envolvido com o mundo de meditação de Osho  – primeiros contatos ocorreram em 1980 – em 2013 recebi um Osho Info Center, que é um pequeno centro de meditação pelo qual respondo, onde ofereço práticas de meditação de Osho  – sob licença do Osho  International Foundation, 

– O segundo deles, foi ter participado em duas edições de Jogos Olímpicos como Atleta. O que representa conhecer profundamente todos os aspectos do esporte de alto rendimento.

Psicologo Marcelo Prahas

Um pouco da estória história: futebol, jogos olímpicos, psicologia interrompida, meditação.

Esporte esteve  sempre muito presente em minha vida.

Fui jogador de futebol no time do colégio, nas categorias mirim e infantil, meia armador, aos 12 anos fui campeão  do campeonato da cidade de Porto Alegre, vencendo a equipe de meninos do Sport Clube Internacional, com esse o time do Colégio Rosário. Nosa foto de campeões está até hoje lá na  “galeria de honra” da escola. 

O Futebol durou até os 14 anos, quando começou o atletismo.

No atletismo dos 14 aos 15 anos, participei de corridas de fundo em pista e rua, obtendo  alguns pódiuns em campeonatos estaduais de fundo e meio-fundo, na faixa etária, no rio Grande do Sul, tchê! 

Aos 16 anos passei a me especializar nas provas de marcha atlética, muito estranha modalidade,  mas que tinha alguma tradição no sul do Brasil, com alguns atletas de destaque nacional gaúchos, hoje até mesmo ilustres: 

Em 1984, aos 18 anos ingressei, por primeira vez no curso de psicologia , na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.  Aos 19 anos, deixei o curso para me dedicar apenas ao esporte de alto rendimento. Assim, de 1985 até 1992, participei, se m interrupção, de quase todas as grandes competições mundiais do atletismo.

A marcha de 20 km me levou a dois Jogos Olímpicos 1988/Seul e 1992/Barcelona.

Também Copa do Mundo, Campeonato Mundial, Circuitos Europeus, e outros eventos mais.

Na olimpíadas de Barcelona, já deixando o esporte, me aproximei mais da meditação.

Na Vila Olímpica, nos Jogos de Barcelona, fiz amizade com o Lama Thubten Wangchen -representando do Dalai Lama na Espanha, membro do parlamento tibetano no exílio –  o qual além de me apresentar algo do Tibet, colocou-me em contato com o discípulos do Maestro Dashimaru, de vertente Zen,  em um dojô em Barcelona.

Findada a Olimpíada de Barcelona, meu passaporte italiano permitiu-me permanecer na Comunidade Européia. Durante 7 anos estive, portanto, na Europa, em uma experiência muito rica; quando conheci alguns grandes terapeutas, com os quais além de realizar meu próprio processo terapêutico, também pude conhecer e aprender sobre vários processos de terapia, e dominar técnicas terapêuticas que hoje utilizo em meu trabalho como psicólogo.

Fui, portanto, para a Alemanha, trabalhei por alguns meses e de lá fui para a Índia, a Daramshala, visitar os Tibetanos no exílio, na nova capital do Tibete após a invasão chinesa de 1949. –  O que foi um grande privilégio:  estar em um lugar tão mágico, em uma época quando ainda a modernidade era precária. (Era o ano de 1992).

Em Daramshala, encontrei discípulos do mestre Osho, que me contaram que eu havia vindo da capital da meditação na Europa, a cidade de Colônia, onde havia o maior comunidade  de meditação de Osho no  mundo fora da Índia, que a meditação estava lá, e trabalhos e emprego também.  A melhor opção para uma ex-atleta: Europa, e não Índia.

Breve estadia nos Himalaias, e retornei a Colônia/Alemanha, onde permaneci até 1998, envolvido na maior comunidade de meditação de Osho fora da Índia, que toma todo um pequeno bairro, o Quarteirão Belga, centralizado pelo UTA/Institut Koln de Meditação e Terapia, que até hoje funciona –  circundado por uma série de outras estruturas, como restaurantes, lanchonete, clínica médicas, discotecas,  editora, e muitos outros negócios associados.

Regressei ao Brasil em 1998 e em 2005/6 graduava-me no curso de Psicologia do IP/USP. Após graduar-me fiz algumas outras incursões na Europa e Índia, nas áreas de terapia e meditação.

Lugares importantes de estudos e práticas:
  • Universidade de São Paulo – Instituto de Psicologia
  • OSHO INTERNATIONAL MEDITATION RESORT, PUNE/INDIA.
  • DOJÔ DO MESTRE TAISEN DESHIMARU/BARCELONA/ESPANHA;
  • UTA INSTITUTO DE TERAPIA E MEDITAÇÃO, DE COLÔNIA/ALEMANHA;
  • MICHAEL BARNET ONE LIVE, FRANÇA E ALEMANHA;
  • OSHO HUMANIVERSITY HOLANDA
  • DARAMSHALA/ÍNDIA. RÁPIDA PASSAGEM COM OS TIBETANOS NO EXÍLIO, EM 1992. APÓS CONTATO PROFÍCUO COM O LAMA THUBTEN WANGCHEN – REPRESENTANTE DO DALAI LAMA, NA ESPANHA –  DURANTE OS JOGOS OLÍMPICOS DE BARCELONA EM 1992.
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