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Terapia e Meditação

O encontro da Terapia com a Meditação começa a ocorrer com a aproximação da mente oriental    e da mente ocidental, sobretudo no final do século XX, seguindo com força neste século XXI, com o aprofundamento da globalização.

A Diáspora Tibetana, que fundou centros budistas tibetanos nos principais países, o surgimento de mestres indianos no século XX, como Krishnamurti e Osho, que causaram impacto enorme.

A divulgação e o estudo de importantes mestres de vertentes Zen do Japão, em Universidades Norte-Americanas e Européias, estão entre os fatores chave para que   as técnicas de meditação e a meditação encontrassem seu lugar no  main-stream do Ocidente.

Mas e o que é Meditação?

Meditação em si, não é uma técnica, não é uma ação, mas sim um estado de espírito. Meditação, ou meditar, é passar a viver permanentemente um estado búdico: ser um Jesus Cristo, um Chico Xavier, um Gautama – the Buddha, um Lao Tsé.

Sentar em silêncio, imóvel, observando a entrada e a saída do ar pelas narinas, não é meditação, não é meditar. Sentar em silêncio e  imóvel é uma Técnica apenas, entre tantas outras, que ao ser praticada pode colocar o praticante na direção de um estado meditativo.

Na direção! Não há garantia alguma que o praticante irá, de fato meditar, atingir o estado de meditação. E, a rigor, não vai! Isso seria a iluminação. E isto não vai acontecer! Ou, pelo menos a probabilidade de que isso aconteça é realmente quase Zero.

Então, para que meditar ( fazer as “técnicas de meditação)?

A prática das técnicas de meditação, em si, que colocam o praticante em  “direção” ao estado meditativo, são extremamente saudáveis, curativas e terapêuticas.  A ciência tem comprovado cada vez mais esse fato. Há uma infinidade de livros no tema.

Terapia e Meditação embora aparentememente desvinculadas, encontram na antiguidade, em discursos de Osho,  já um link bastante forte: a palavra medicação, que sempre participou de processos de cura, de processos terapêuticos, referia-se a cura do corpo, enquanto “meditação” seria o bálsamo para a cura da alma, a medicina para o espírito.

A Yoga, por exemplo, surgiu de um mestre indiano que viveu na Índia, 200 anos antes de Jesus Cristo, chamado Patanjali.  Ele criou um conjunto de técnicas de meditação: boas para corpo e alma.

Milhões de pessoas praticam essas técnicas de meditação do mestre Patanjali .

E a  maioria dessa pessoas nem imagina que está correndo o risco de se iluminar  (quase zero, mas correm!) ao fazer Yoga, enquanto gozam os benefícios de revigorar-se física e psiquicamente de modo extraordinário.feita com totalidade – que se goste de fazer e que nos absorva totalmente, que nos dê prazer – é  uma técnica de meditação!

Desse modo: jogar futebol, ler um livro, cozinhar, trabalhar no que se gosta, ver televisão, praticar jogging, jogar  play-station, ouvir os passarinhos, fazer amor, dançar, cantar, andar de bicicleta, são possíveis técnicas de meditaçao – não sendo necessário eleger: “sentar quieto por uma hora até a perna formigar”,  como nossa técnica de meditação.

Qualquer atividade que seja feita com totalidade, com prazer é uma técnica de meditação.

Hoje, cada vez mais  as técnicas de meditação de Osho são utilizadas.   São técnicas poderosas clinicamente,  e projetadas para o homem contemporâneo; incluem música, dança, relaxamento, silêncio. 

A utilização de técnicas de meditação significa uma abordagem sem o uso de palavras,  que pode dinamizar processos psíquicos, minimizar  a intensidade de sofrimentos e  integrar aspectos psicológicos.

Psiquiatras nos USA, e em outros países, as tem utilizado obtendo excelentes resultados.

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