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Tratamento para Depressão, Ansiedade, Angústia, Pânico, Insônia, Burnout

Psicoterapia . Meditação

Depressão é doença séria que necessita tratamento que trabalhe todos os aspectos da pessoa, tem-se que ir além dos remédios. Psicoterapia ampla que além da psiquê trabalhe também o corpo com atividades físicas, relaxamento e meditação. Trazendo energia, revitalizando.

 

 Ψ  Psicólogo Marcelo Moreira Palma  – CRP/6-86344   Ψ

Terapia para depressão – psicoterapia – é algo fundamental.  Depressão é um estado emocional difícil, de grande sofrimento: temos insônia ou dormimos muito em horários impróprios, ficamos prostrado,  perdemos o fluir social natural, sentimos uma angústia enorme, muita tristeza, desânimo, ficamos enormemente fragilizado(a)s.  Muitas pessoas não percebem a importância de fazer terapia para a depressão, mas do trabalho terapêutico, que se conseguem os melhores resultados.  É necessário ir além dos remédios, necessários com certeza, pois apenas mergulhando em si mesmo, com alguma forma de terapia, conseguimos lidar com essa seríssima enfermidade.

A Terapia para Depressão tem como base as sessões normais de pscioterapia – 1 ou 2 vezes por semana – complementadas por um programa de relaxamento, meditação e ativadades físicas, algumas atividades realizadas aqui – o programa é individualizado, planejado junto com você, de forma criativa.Psicologo Marcelo Prahas

Técnicas de Meditação e Relaxamento promovem curas, renovação,em nosso cérebro afetivo.  “Medicação é o remédio  para o corpo, meditação é o reméido para a alma.”   – Osho –

Psicólogo Marcelo Prahas. Psicoterapia, Esporte, Meditação.

Psicoterapia para Depressão Via Meditação

 

Atividades físicas, comprovadamente são fator de melhora para depressão. Deve-se também tomar em conta muito atentamente os dados médicos e psiquiátricos, para um processo terapêutico seguro e eficaz.

 

As doenças psíquicas são chamadas de doenças mentais, mas não deveriam! Deveriam ser chamadas doenças de coração.

Quando o coração está ferido,  a cabeça não funciona bem.

E é a ferida emocional, afetiva, que nos deixa doentes.

Depressão, ansiedade, síndromes como do pânico,  entre todas as outras, todas tem motivos afetivos em um mundo externo que nos violenta, que é agressivo, que é incorporado em parte como tristeza, frustração, incompreensão, raiva.

Mesmo o esgotamento, por trabalhar em demasia (bornout), o que nos coloca doentes são as feridas emocionais que um trabalho não desejado em um ambiente também desagradável nos causa.

Dessa forma, psicoterapia é um muito cuidar de corações, do que ocupar-sese com mentes – a chave é afetiva.

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Psicólogo Marcelo Prahas

Depressão: Há evidências de que a atividade física associada aos tratamentos farmacológicos e psicoterápicos representa um recurso importante para reverter o quadro de depressão.
A depressão é uma doença que exige acompanhamento médico sistemático,  onde quadros leves costumam responder bem ao tratamento psicoterápico, e  os  mais graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar e profissional e em sociedade, precisam também da  indicação e o uso de antidepressivos,  com o objetivo de tirar a pessoa da crise , e mesmo para evitar suicídio. É uma  questão séria a depressão.
Atividades físicas fazem o corpo produzir muitas substâncias químicas que modificam o estado depressivo.: Hormônios, neurotransmissores, entre outras.
O ser-humano sedentário da modernidade é uma novidade que a cultura trouxe, mas que a biologia, o corpo não aceita.
Grande instrumento para modificar estados afetivos, para se viver melhor é o corpo.
Aqui consigo oferecer um programa de meditações ativas, exercícios simples de bioenergética e respiração, complementados por caminhadas, dança, ou qualquer outro tipo de atividade física que você goste, que ajudaram você a sentir-se melhor e a lidar melhor com essa coisa terrível que é a depressão.
Junto com o acompanhamento médico-psiquiátrico, que por ventura você já faça, sem abrir mão de seus remédios, abrimos mais essa frente de terapia em sua vida, que promete ser, sem dúvida, um grande avanço em sua vida.
A depressão é uma doença incapacitante que atinge por volta de 350 milhões de pessoas no mundo. Os quadros variam de intensidade e duração e podem ser classificados em três diferentes graus: leves, moderados e graves.
Existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão, doença que pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro. Entretanto, nem todas as pessoas com predisposição genética reagem do mesmo modo diante de fatores que funcionam como gatilho para as crises: acontecimentos traumáticos na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (ex: hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex: álcool) e ilícitas (ex: cocaína), certos tipos de medicamentos (ex: as anfetaminas).
Mulheres parecem ser mais vulneráveis aos estados depressivos em virtude da oscilação hormonal a que estão expostas principalmente no período fértil.
É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas, etc. Diante das adversidades, as pessoas sem a doença sofrem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá-las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos, e desaparece o interesse pelas atividades, que antes davam satisfação e prazer.
Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das atividades) são sintomas da depressão:
  • Alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional);
  • Distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva  praticamente diárias);
  • Problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias);
  • Fadiga ou perda de energia constante;
  • Culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade);
  • Dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se);
  • Ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte);
  • Baixa autoestima,
  • Alteração da libido.
Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.
O diagnóstico da depressão é clínico e toma como base os sintomas descritos e a história de vida do paciente. Além de espírito deprimido e da perda de interesse e prazer para realizar a maioria das atividades durante pelo menos duas semanas, a pessoa deve apresentar também de quatro a cinco dos sintomas supracitados.
Como o estado depressivo pode ser um sintoma secundário a várias doenças, sempre é importante estabelecer o diagnóstico diferencial.

– As informações sobre depressão aqui reunidas vieram do site, quase na íntegra:

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/depressao/